A bolacha mais descrocante :3

A minha foto
Um coração não tem limites. Quando cai e se parte, podíamos ficar sem alguns bocadinhos, que perdidos nunca mais eram achados. Não creio em tal teoria. O coração é grande, e viver é sentir. É bom sentir o sangue ferver na pele, é bom sentir-nos quentes, é bom sentir-nos completos. Quando ele se parte, reconstruímo-lo e acrescentamos um bocadinho, para dar espaço a que mais coisas boas entrem na nossa vida. Tumblr: http://raquelinhac.tumblr.com/
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sábado, 19 de maio de 2012

Queima das Fitas - Coimbra, 2012

Às vezes sabe bem viver no limite.
Não pensar no Ontem nem no Amanhã.
Dormir pouco, para aproveitar bem aquilo que 24 horas nos podem oferecer. E podem oferecer muito, acreditem.
Às vezes sabe bem não pensar, sabe bem ir com o vento e dizer "Não quero saber!"; "Não quero saber o que os outros pensam." "Não quero saber o que vai acontecer depois" "Não quero saber se é certo ou errado"; "Não quero saber, porque me sinto bem assim, porque estou bem desta forma, porque não mudaria nada mesmo que pudesse, porque não trocaria este momento por outro qualquer".
Sabe bem viver nesse limite.Nesse inconsciência, nessa loucura, nesse êxtase. Pelo menos por uma vez, sabe bem deixar o impulso falar e decidir um pouco o que fazer ou o que dizer.
Sabe bem deixar essa intensidade percorrer as veias e aquecer o sangue que faz o nosso coração pulsar mais rápido. Sabe bem ter os sentidos tão alerta a pormenores que antes não nos ocorreriam. Sabe bem , por uns breves momentos, pensar em nós e não nos outros.  Mesmo na noite mais fria temos calor, e todos os corações batem em uníssono como se todos fossem um só. As cores tornam-se mais intensas, e o arco-íris brilha intensamente no céu, iluminando as ruas repletas de gente, dando cor ao próprio som que nos faz dançar como loucos.
É bom viver com intensidade.

E quando voltamos ao ritmo normal da nossa vida, não podemos esquecer aquilo que vivemos, mas temos que compreender que aquilo que aconteceu naquele momento lá ficará, porque não podemos viver para sempre assim, e a vida real tem muito mais de  responsabilidade e cuidado. Porque o chão que pisamos torna-se muito inseguro, e é preciso manter os pés bem assentes, para não cair.





Euzinha toda feliz a continuar a tradição Coimbrã
Depois da Serenata Monumental, juntá-mo-nos para o FRA :D
O famoso dia do Cortejo, e do banho de cerveja! 
Para o ano juro que vou ao mar!

sábado, 21 de abril de 2012

Sometimes, life doesnt give us what we expected.

Podemos mostrar grande confiança em nós mesmos, mas mostrar não é igual a ter. 
O exterior nem sempre corresponde ao que se passa interiormente. Dentro de nós podemos ter grandes reboliços, grandes confusões, podemos ser luz ou escuridão. Podemos voar cá dentro. Mas por vezes também nos sentimos enfraquecer; o nosso coração bate mais devagar, enfraquecendo ao som do eco dos segundos a passar, neste espaço tão vazio.
São precisos escapes, escapes para a frustração, para a tristeza, para a raiva, porque isso não pode ficar cá dentro, ou afoga-mo-nos, o vazio engole-nos. Precisamos também de manter a cabeça fria, a cara impassível. porque sou feita de ferro, porque nada me deita a abaixo, nem nada me abala.
Sim, falo agora na primeira pessoa, pois é disso que este texto se trata.
Da minha forma de ser. 
Tento ser sólida.  Sou quem sou, e não o tento mudar. Tenho as minhas opiniões e os meus desejos. Tenho os meus sonhos e os meus medos. E guardo tudo para mim.
É assim feita a minha solidez. É preciso ser forte nos dias que correm, não sabemos quem são as pessoas a quem vemos o rosto mas não a alma. Não sabemos se serão amigáveis, ou se nos esfaquearam nas costas. Simplesmente não sabemos o que esperar, por isso, não devemos esperar nada. 
Devemos fazer as coisas por nós mesmos, e devemos sentir-nos capazes de seguir com as nossas vidas quando o mundo não corresponde às nossas expectativas. 

O passado pode não ter as memórias que gostariamos de ter, e o presente pode estar a desiludir-nos, mas o futuro está ainda por escrever, estamos à espera de quê para criar as condições que precisamos para ter a história que sempre desejámos?

sábado, 7 de janeiro de 2012

Fate's irony

Tinhas um pouco de razão quando disseste que sou "marota". Mas sabes, essa é uma característica minha que tento não demonstrar. Talvez seja essa minha faceta escondida, que entrevês de alguma forma, que adivinhas da tua maneira misteriosa, que te atraia em mim. Mas sabes, penso muitas vezes que gostava que conhecesses mais facetas minhas, porque sou mais que uma sedutora, sou mais que uma brincalhona. Sou também sensível, e meiga. Romântica incurável, sonhadora compulsiva. Sou muito mais do que penso que consegues ver, nestes nossos encontros e desencontros, tão fugazes como escorregadios.
Tornaste-te mais do que eu pensava que iria acontecer. Tudo devido ao teu jeito singular. 
Eu tento colocar-te dentro de um padrão estereotipado, para assim poder adequar as minhas expectativas e os meus comportamentos. Mas não consigo. Tu consegues surpreender-me positivamente demasiadas vezes. Digo demasiadas, porque sinto-me cair dentro dum buraco tão fundo, afogando-me em expectativas, nunca realizáveis. Não, não perco a razão. Mas vou perdendo a força para te resistir. Vou acalentando esperanças, enquanto a minha mente diz que me estou a enganar no caminho. 
Porque me roubas os pensamentos?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Comparo-te ao mar, tão imprevisível.

Qual o objectivo de tudo isto? Eu penso que de alguma forma o meu sinalizador de perigo está avariado.
O meu pensamento não é mais tão claro. Os meus sentidos querem ignorar os avisos do meu coração sobressaltado. Tento conter minhas expressões, minhas palavras, minhas ânsias, mas torna-se difícil neste emaranhado de sentimentos, nesta confusão.
É complicado quando tempo após a desistência a meta retorna a aparecer mesmo à frente dos nossos olhos. Mas corremos e corremos, esticamos o braço e continua a uma distância indeterminada - não sabemos se estamos avançando ou regredindo.
Mas onde se encontra essa meta? E que fazer para lhe chegar?
Porque aparece ela, e desaparece como se se tratasse duma miragem? Será mesmo uma miragem? Será e só eu a veja? Só eu a sinta? Será um truque de um coração inalcançável, que quer brincar num jogo sem regras?
Serei eu vitima de um qualquer truque de magia, tão perfeito que me vai iludindo aos poucos, até desaparecerem as minhas defesas?
Porquê sonhar?
Porquê mergulhar nas profundezas dum mar tão incerto, quando sei as mudanças da maré?

domingo, 4 de dezembro de 2011

I'm in love and always will be ...

I'm stuck to you. I don't know why, or 'till when, i just can't move on cause youre always on my mind pushing me back to you. Sometimes I think that now I don't love you anymore, but then my heart screams out your name. 

Maybe you don't know how can i listen you talking about her, but I do it for you, and for me in a certain way.
I've tried to forget our past together, and i've to be clear on that: I don't know how, but it was possible, I could close all our moments in a box. My heart also. It was the only way i had to not speak to you all summer. 
But now, now, although i'm always restraining my love,  it finds a way to escape from that box, and i'm starting to feel again. 
And it is curious, but i want to feel again, cause it was the love i feel for you that made my life make sense. 

I really don't know what I want or what I feel. But I miss you.

Crise de personalidade - take 2

Gosto de sair e divertir-me, mas também, e apesar de não achar que esteja a exagerar, sair tem-me deixado esgotada. Não sei explicar porque :x
Sinto-me a correr sempre dum lado para o outro, sem tempo para descansar. Mas não, esse não é o mal.
O mal é esta correria me deixar perdida no tempo. As aulas não ficam para trás, mas muita matéria sim.
Sinto-me demasiado instável. A querer demasiada vida, demasiada diversão. A querer aquilo que não tinha antes.

Mas não só isso. Quero também o M, sem o querer ao mesmo tempo. É estranho tentar explicar , mas a verdade, é que apesar de ele ter namorada, sei que ele sente a minha falta, tal como eu sinto a dele, sem no entanto deixar de ter interesse em outros homens, nomeadamente no G. Mas e não só.
Também o D. é alguém que considero fortemente.
Estranho não é?
O G. tem algo que mexe comigo, mas não mostra interesse, não fala comigo, e por isso já desisti de acreditar que poderei ter alguma hipótese com ele. O D.é um rapaz extremamente querido, mas a verdade é que também não acredito que eu tenha alguma hipótese. Penso que ele simplesmente é simpático para mim, mas que não me vê além de uma amiga.

O M. sim. Ele não vai evaporar-se do meu coração de um momento para o outro. Tal como eu não evaporarei do dele. Falamos todos os dias,e sei como ele gosta de mim. Mas eu e ele não temos hipóteses por estarmos longe um do outro. Simplesmente não dá, não resulta.
E falamos sobre isso, ambos sabemos que esta distancia implica a nossa impossibilidade enquanto casal. Infelizmente. Porque realmente gostamos demasiado um do outro, e mesmo com outras pessoas na nossa vida, não nos esqueceremos.

O que quererá isso dizer?

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ai doutor G., doutor G., que dás comigo em doida

Estou um pouco confusa, estou um pouco perdida.
Parece que o fundo do meu mundo são os seus olhos da cor do mar.
Que na minha mente só vejo o seu sorriso.
Não era suposto que isto acontecesse.
Não era também suposto ele me agradar tanto, nem me surpreender certas vezes, provocando em mim alguma emoção.
Sim, ele agradou-me desde o momento em que o vi. Não sei porquê, ele não foi apenas mais uma atracção física  porque se fosse, já outras tive, e eu já teria esquecido, como aconteceu com as outras. Também se fosse um simples caso de "carência" ou de "uma baixa auto-estima a precisar de ânimo" para isso qualquer um, (não qualquer um, mas pronto poderiam outros agradar-me também), serviria. Vou explicar melhor este ultimo caso. outros rapazes, um no mesmo dia em que o conheci, e outro num outro dia, pareceram interessados em mim - mas eu não fiquei interessada numa cena tipo curte. Isso é uma cena que a mim não me assiste.
Mas com o G. aconteceu tudo de forma diferente. Com ele não me importei nada de me envolver. Afinal eu fiquei bem interessada. Mesmo. Tanto que já passou um mês e não perdi o interesse.
E bem, eu fiquei com aquela ideia, - apesar de o meu instinto dizer que ele pode ser daquele que curte com uma , esquece, e curte com outra; ao mesmo tempo diz-me que ele se gostar de alguém gosta a sério, que é um bom amigo, e que consegue ser sincero. E bem, isso são características que me agradam. Então tenho tentado dar tempo para descobrir. E ao mesmo tempo para tentar que ele me conheça. Porque ele não pode gostar de alguém que não conhece, não é verdade? Claro que eu posso não ter sucesso nenhum. Há sempre essa possibilidade. Mas acho que enquanto eu não me esquecer disso, eu não me vou afundar no seu olhar ou no seu sorriso.
E depois há aquela questão de ele me surpreender, com pequenas coisas suas. Como quando veio até ao pé da minha casa, e considerou o nosso beijo de despedida como uma "prenda" -  isso significa que ele deu valor ao beijo, para ele não foi uma coisa banal, ou sem significado - e quando nessa noite passou ao pé da minha casa e mandou msg  - ele não só passou aqui, como olhou para a minha janela.
Há assim pequenas coisas nele que me surpreendem. e derretem devo admitir.
Mas não posso deixar de ser cautelosa, pois não quero acabar presa na sua "teia", e não ser capaz de sair quando ele deixar de sentir interesse em "brincar" comigo. Pressupondo que pode ser esse o único objectivo dele.
Ai, o que é que está a acontecer comigo? :s

sábado, 12 de novembro de 2011

"Ando perdida. Ironia não?"

Retomando o tema do meu post anterior, que se alongou demasiado,
eu tenho-me surpreendido.
Após o tal fim de relação, não acreditava voltar a apaixonar-me. E com esta frase não pensem que vou dizer que estou apaixonada , nada disso.
Simplesmente achava que quando aparecessem uns rapazinhos bonitos que se metessem comigo eu não teria problema nenhum com curtes, e que quando um desaparecesse , logo haveria de aparecer outro. Não necessariamente no mesmo dia ou na mesma semana, ou se quer no mesmo mês, mas apareceria.
E se pensar bem, a "cena" que tive no Verão e que durou um bocado menos que um mês, assim que me vi longe do rapaz, bastou uma semana para desaparecer. Alias, bastou vê-LO a ELE. AO OUTRO RAPAZ QUE ME DEU A VOLTA À CABEÇA. Que apesar de mal o ver, de mal estar com ele, não me sai do pensamento. Que procuro em todos os rostos, quando saio à rua. Que procuro em quem passa quando vou à janela. Que ja tentei tirar da cabeça por achar que vou sair mal desta história . Mas não consigo. Há algo nele que mexe demasiado comigo. Já lá vai mais dum mês desde que o conheci, e apesar do pouco contacto com ele ainda é com ele que quero estar. Mas não quero uma simples curte. Não me dou por satisfeita com tão pouco. Quero conhece-lo mais profundamente, quero poder sentir que de alguma maneira consegui tocar-lhe o coração, nem que seja muito superficialmente. Quero de alguma forma, poder pensar que ele se vai lembrar de mim.
E sem duvida, que neste caso, prefiro uma boa amizade, longa e verdadeira, a uma boa curte, intensa e curta.
E eu estou perdida por ele. Será ele capaz de me guiar ao caminho certo?

"Tipo, vê-te ao espelho"

Não tenho qualquer tipo de
direitos de autor sobre esta imagem
Há certas coisas que vou revelando a mim mesma, o que se torna de certa forma curioso.

Pensava que estava ainda a esquecer-me de ti, Micael, depois de uma relação à distância de um ano e quatro meses. Partiste-me o coração. Partiste mesmo. Ainda hoje consigo entristecer com certas lembranças.
Ainda ontem.
Tudo porque voltamos a falar. Sabes, acho incrível como a nossa ligação não esmoreceu. Como confiamos um no outro, como se o tempo não nos tivesse distanciado mais uns quilómetros.
Mas é verdade. Hoje não somos os mesmo. 
Apesar de certas vezes parecer que ignoramos as mudanças que efectuamos nas nossas vidas, mais tu que eu certamente, elas não evaporam quando te dá jeito, para voltar sempre que te apetece. Não esperes tanto de mim Micael. Porque não sou de ferro, não sou estúpida, e muito menos sou um brinquedo.
Por isso não esperes de mim sempre as mesmas palavras doces que estavas habituado a ouvir, ou a mesma paciência para apaziguar as discussões. Não esperes que continue aqui disposta a que me ligues a meio da noite e me critiques por eu querer dormir, ou que fales daquilo que não sabes como se fosses detentor de sabedoria. Também me canso de ti Micael, da tua mania de superior, e de quem tem sempre razão. Não, não estou disposta a ouvir e calar, concordar com tudo o que me tens a dizer.
Hoje, descobri que a tua influencia sobre mim é cada vez menor, Por isso consigo ouvir-te falar DELA. Até porque podes gostar muito dela, mas há uma coisa que não conseguiste fazer-me pensar. Por muito que fales dela, e digas o quanto gostas dela, eu não faço como certas pessoas que se inferiorizam em relação às pessoas por quem foram trocadas. Eu continuo a achar que ela é bem inferior a mim. E espero realmente não estar a ser injusta, ou convencida. Mas é aquilo que me dás a entender quando falas dela. Ela parece ser inferior a mim em relação à mentalidade, à inteligência, e sem duvida nenhuma à forma como te trata. Mas sabes, acho que se merecem um ao outro. São perfeitinhos, com as vossas imperfeições todas. Porque acho que tu não estavas à minha altura. Não estás. Mostras isso todos os dias, quando dás a entender que apesar de a "amares" ainda não me esqueceste. Pois, a tua definição de amor está muito má não é? VÊ bem o que o teu carácter está a revelar, e depois conversamos.




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Amores e Desamores

Eu não sou sinceramente fã de certo tipos de relação entre duas pessoas.
Claro que as relações entre duas pessoas se alongam por diversos tipos distantes do que é o amor, a paixão, ou qualquer relação de intimidade.
Contudo, vou me centrar nesse tipo especifico.

Quando duas pessoas se conhecem, um aglomerado de situações pode ocorrer. Pode existir uma boa impressão, as pessoas podem conversar e podem dar-se bem.Também pode ocorrer o contrário, mas também não é isso que me leva a escrever.
Conheço mais detalhadamente três tipos de relação: relação de longa duração, com amizade, respeito, paixão, intimidade, fidelidade, confiança, etc; relação à distância; e "curtes".
A relação de longa duração é aquela que a maior parte da população almeja: conhecer a alma gémea, partilhar a vida e ser felizes para sempre. Engane-se quem pensa que esse tipo de relações caiem do céu, porque não caiem. É preciso lutar por essas relações, fazer sacrifícios, discutir e fazer as pazes, entre outras coisas, ou não fosse  tema tão complexo e portanto impossível de descrever em meia dúzia de linhas.
As relações à distância não resultam. Falo por experiência própria. Podemos pensar que sim, que é possível. Mas para isso acontecer é preciso ter já uma relação de longa duração bem sólida.
Quando não se conhece alguém profundamente não sabemos o que esperar dessa pessoa, nem ter uma confiança solidificada. Além de que a intimidade fica deturpada.
As curtes servem para algo que eu ainda não entendi muito bem. Parece que me calhou agora essa fase. Não sei se na altura certa se já atrasada. Mas a verdade é que eu não compreendo.
Por experiência própria digo-vos que eu, depois da minha ultima relação, que correu mal , como todas correm quando chega o momento de acabar, fiquei descrente no amor, na paixão, nas relações, na eternidade, e por isso, não consigo confiar num homem como antigamente. Não me parece que consiga por isso meter-me numa relação que se pense para longa distancia, por medo de que tudo corra mal de novo. Não me apetece entregar o meu coração.
E as curtes acabam por surgir do nada. Surgem de simples atrações físicas, por isso são sustentadas por bases invisíveis e frágeis.
É tudo demasiado complicado, e ao mesmo tempo tão próprio do ser humano.